Textos

CURTINDO A VIDA ADOIDADO – DO DIRETOR John Houghes
Título original: Ferris Bueller's Day Off
Ano: 1986

Duração: 1h 49min
Dirigido por john Hughes,  diretor da comédia de sucesso “Esqueceram de Mim” I (1990), II (1992) e III (1997). Filmes que eu amo por causa da minha adolescência, mas confesso não gostar da versão III. Horrível. Ele também dirigiu Dênis, o Pimentinha (1992), uma representação do famoso desenho da década de 80, feito em quadrinho por Hank Ketcham e adaptado para o desenho animado pela Dic Entertainment. Exibido nos Estados Unidos por The Program Exchang e mais tarde pela CBS. No Brasil, o SBT foi a primeira emissora a apresentar esse desenho

“Curtindo a Vida adoidado” faz parte do gênero comédia e é até divertido assistir. Um jovem estudante (Matthew Broderick)   não quer ir a escola. Inventa uma desculpa aos pais que está doente e reconhece que já não há mais desculpas para usar. Esse dia ele quer curtir e consegue trazer consigo seu melhor amigo (Alan Ruck)   que faz o papel de Cameron Frye e sua namorada (Mia Sara) . No entanto, para que desse certo sua aventura, era necessário ludibriar o diretor (Jeffrey Jones)



O paspalhão que adoro ver no cinema criando situações engraçadas. Não é por nada não, mas adoro vê-lo se ferrando. E sua irmã também queria desmascarar o maninho trapaceiro, feito por Jennifer Grey, irmã (Jennifer Grey) , A gatinha do “Dirty Dancing” – Ritmo Quente. Clássico do final da década de 80 e início da década de 90, que, pela minha opinião, foi o melhor filme dela.
Durante o filme, a angústia dos personagens de serem pegos faz com que os assistentes também sofram. Mas é um filme ingênuo, romântico. E eu com 10 anos teria realmente que acreditar na versão da história e até me tornar cúmplice desse pecado. Que estudante não queria fazer isso?
Patética a presença do grande astro Charlie Sheen  , numa delegacia, bejando Jennifer. Acho que para ele não serve papel secundário. Isso é uma merda.
Se eu tivesse 10 anos hoje, diria que o filme é fabuloso e compreende todos os desejos que tenho, ansiedade e esperança de liberdade. Afinal, quem não é escravo hoje em dia? Mais maduro, posso analisar melhor a cinematografia e dizer que o que mais me agradou no filme foi a cena do desfile onde Matthew Broderick  canta “Twist And Shout” dos Beatles, num carro alegórico. Quer ouvir? Siga o link: https://dl-web.dropbox.com/get/Public/Beatles%20-%20Twist%20And%20Shout.mp3?w=7361761b. Um clássico que a turma da minha época não pode ignorar. Esse movimento me faz muito bem, a música me inspira, me faz jovem novamente. Além de todas as outras músicas, essa foi a única certa. Captar os desejos da juventude. Da minha juventude.
Eu não tenho muito que falar desse filme agora. Seguindo Renato Russo, digo que foi “bonitinho” para época, mas precisa realmente de uma análise mais profunda. As imagens ou fotografias só me agradam no centro da cidade, com o povo, a efervescência, a metrópoles. Depois fica tudo monótono. Eu gostaria que alguém me ajudasse ver outro perfil dessa obra. Mas por enquanto é só isso. Fica a dica.
valdirfilosofia
Enviado por valdirfilosofia em 04/03/2012
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